quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Procura-se Baterista


     Tudo começou em 1967, a majestade britânica “Queen”(rainha) antes de se apossar do trono do rock, partiu de um sorriso, “Smile”(antigo nome da banda) . Brian May, Tim Staffell e Roger Taylor formaram o trio Smile, no Imperial College em Londres, onde todos estudavam. Eram estudantes de áreas tão diversas como ciências, artes plásticas e astronomia. Formaram a banda através de uma nota no quadro de avisos, onde Brian May (guitarrista), conta como foi: “Coloquei um anúncio no painel da faculdade procurando um baterista que pudesse fazer o tipo de coisa que Hendrix e o Cream faziam, e o Roger era perfeito.”
     Após a partida do baixista e vocalista do grupo, Tim Staffell, na Primavera de 1970, May e Taylor foram apresentados por Staffell à Freddie Bulsara em Abril do mesmo ano, o qual viria a ser o vocalista da nova banda com o nome de Freddie Mercury, agora rebatizada de Queen. Em 1971, John Deacon completou a formação dos Queen como baixista. Com essa formação os músicos foram ganhando espaço e era uma das bandas mais quentes do Reino Unido, seus shows e clipes tinham muito rock, piano, opera a até  movimentos teatrais.
     O interessante é que nos álbuns da banda tem pelo menos uma canção feita por cada um dos integrantes. Sendo que, Freddie Mercury escreveu muitos dos sucessos da banda, de forma alguma pode ser considerado o único compositor da banda(em termos de quantidade e qualidade das músicas). Até mesmo John Deacon, baixista do grupo, o membro mais quieto fez até uma música sobre sua timidez, a famosa “I Want To Break Free”, compôs outros sucessos como “Another One Bites The Dust” , “You're My Best Friend"e "Spread Your Wings", dentre outros.
     A "rainha" foi uma banda de rock que causou, na guitarra com Brian May e o visual inrreverente de Fred Mercury no vocal, com suas Heineken’s no piano e calças boca de sino, que chamavam a atenção e como! Mais do que um estilo a banda Queen, em suas canções deixou mais do que mensagens de liberdade, alegria, amor, deixou claro que como Fred compôs, para todos aqueles que curtiram grandes sucessos, todos aqueles que pagaram suas dívidas, sobreviveram a turbelências e pretendem continuar : “We are the champions”!




sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Bob Dylan e os Bons Ventos



Por Dayana Vaz
     Ele cantou : "Quantas estradas deve um homem percorrer, até que possa ser chamado de homem (...) quantas vezes as balas de canhão devem voar, até que sejam banidas para sempre? A resposta, meu amigo está soprando no vento". E foi com o sucesso “Blowing in the Wind” que Robert Allen Zimmerman, nascido em Duluth, no estado norte-americano de Minnessota, em 1941, famoso por Bob Dylan, protestou nos seus versos, os tempos de guerra e de segregação racial.
     Além de ser autor de clássicos como "Blowing in the Wind", "Mr. Tambourine Man", "Like a Rolling Stone", "All Along The Watchtower", "Lay Lady Lay" e "Knocking on Heaven's Door", influenciado por blues, pop, rock, folk e até mesmo country Dylan, dominava desde piano, gaita e guitarra( instrumentos que aprendeu a tocar sozinho).
     Foi no ano de 2004 que Bob Dylan foi eleito pela conceituada revista Rolling Sotone, como o 2° melhor artista de todos os tempos, o primeiro lugar no pódio foi destinado aos Beatles. Com uma de suas principais canções “Like a Rolling Stone”, Dylan deixou influências ligadas a grandes nomes do rock americano e britânico no cenário dos  anos de 1960 e 1970.
    No New York Times, em 1961 foi publicado o artigo com o seguinte título “Bob Dylan: um destacado estilista da música folk”. Tratava-se da primeira entrevista que Bob deu a imprensa, após um show e mentiu muito. Mentiu tanto, que o 
autor da matéria Robert Shelton obteve com esse texto  a certidão de nascimento de Dylan na mídia.O cantor desconhecido acabará de ganhar um marco para sua carreira, depois  da entrevista. No dia seguinte, a Columbia Records ofereceu a Bob o seu primeiro contrato de gravação. Assim, ele manteve uma ligação de amizade duradoura com Robert Shelton, o jornalista que ajudou o artista a se consagrar diante da imprensa. 
      Nesse ano de 2011 o músico completa 70 anos, em comemoração, a biografia: No Direction Home: “A Vida e a Música de Bob Dylan”, está sendo relançado mundialmente numa versão revista  ampliada. Além disso, a obra está ganhando sua primeira edição no Brasil. O livro nacional conta com 768 páginas, com atualizações e mais fotos do que na versão de 1968 e discografia. Para fãs e simpatizantes da música de Bob Dylan vale a pena conferir o livro que foi escrito entre a amizade de biógrafo e biografado, que além de acompanhar o início da carreira do cantor, fontes exclusivas, mostra muito sobre a voz de protesto dos anos 60 e os bons ventos de sua melodia.

Sugestão de vídeo:
Sugestão de filme:
No Direction Home: Bob Dylan
Sugestão de cd:
Mtv- Unplugged- Série ao vivo- Bob Dylan