Por Dayana Vaz
Ele cantou : "Quantas estradas deve um homem percorrer, até que possa ser chamado de homem (...) quantas vezes as balas de canhão devem voar, até que sejam banidas para sempre? A resposta, meu amigo está soprando no vento". E foi com o sucesso “Blowing in the Wind” que Robert Allen Zimmerman, nascido em Duluth, no estado norte-americano de Minnessota, em 1941, famoso por Bob Dylan, protestou nos seus versos, os tempos de guerra e de segregação racial.
Além de ser autor de clássicos como "Blowing in the Wind", "Mr. Tambourine Man", "Like a Rolling Stone", "All Along The Watchtower", "Lay Lady Lay" e "Knocking on Heaven's Door", influenciado por blues, pop, rock, folk e até mesmo country Dylan, dominava desde piano, gaita e guitarra( instrumentos que aprendeu a tocar sozinho).
Foi no ano de 2004 que Bob Dylan foi eleito pela conceituada revista Rolling Sotone, como o 2° melhor artista de todos os tempos, o primeiro lugar no pódio foi destinado aos Beatles. Com uma de suas principais canções “Like a Rolling Stone”, Dylan deixou influências ligadas a grandes nomes do rock americano e britânico no cenário dos anos de 1960 e 1970.
No New York Times, em 1961 foi publicado o artigo com o seguinte título “Bob Dylan: um destacado estilista da música folk”. Tratava-se da primeira entrevista que Bob deu a imprensa, após um show e mentiu muito. Mentiu tanto, que o autor da matéria Robert Shelton obteve com esse texto a certidão de nascimento de Dylan na mídia.O cantor desconhecido acabará de ganhar um marco para sua carreira, depois da entrevista. No dia seguinte, a Columbia Records ofereceu a Bob o seu primeiro contrato de gravação. Assim, ele manteve uma ligação de amizade duradoura com Robert Shelton, o jornalista que ajudou o artista a se consagrar diante da imprensa.
Nesse ano de 2011 o músico completa 70 anos, em comemoração, a biografia: No Direction Home: “A Vida e a Música de Bob Dylan”, está sendo relançado mundialmente numa versão revista ampliada. Além disso, a obra está ganhando sua primeira edição no Brasil. O livro nacional conta com 768 páginas, com atualizações e mais fotos do que na versão de 1968 e discografia. Para fãs e simpatizantes da música de Bob Dylan vale a pena conferir o livro que foi escrito entre a amizade de biógrafo e biografado, que além de acompanhar o início da carreira do cantor, fontes exclusivas, mostra muito sobre a voz de protesto dos anos 60 e os bons ventos de sua melodia.
Além de ser autor de clássicos como "Blowing in the Wind", "Mr. Tambourine Man", "Like a Rolling Stone", "All Along The Watchtower", "Lay Lady Lay" e "Knocking on Heaven's Door", influenciado por blues, pop, rock, folk e até mesmo country Dylan, dominava desde piano, gaita e guitarra( instrumentos que aprendeu a tocar sozinho).
Foi no ano de 2004 que Bob Dylan foi eleito pela conceituada revista Rolling Sotone, como o 2° melhor artista de todos os tempos, o primeiro lugar no pódio foi destinado aos Beatles. Com uma de suas principais canções “Like a Rolling Stone”, Dylan deixou influências ligadas a grandes nomes do rock americano e britânico no cenário dos anos de 1960 e 1970.
No New York Times, em 1961 foi publicado o artigo com o seguinte título “Bob Dylan: um destacado estilista da música folk”. Tratava-se da primeira entrevista que Bob deu a imprensa, após um show e mentiu muito. Mentiu tanto, que o autor da matéria Robert Shelton obteve com esse texto a certidão de nascimento de Dylan na mídia.O cantor desconhecido acabará de ganhar um marco para sua carreira, depois da entrevista. No dia seguinte, a Columbia Records ofereceu a Bob o seu primeiro contrato de gravação. Assim, ele manteve uma ligação de amizade duradoura com Robert Shelton, o jornalista que ajudou o artista a se consagrar diante da imprensa.
Nesse ano de 2011 o músico completa 70 anos, em comemoração, a biografia: No Direction Home: “A Vida e a Música de Bob Dylan”, está sendo relançado mundialmente numa versão revista ampliada. Além disso, a obra está ganhando sua primeira edição no Brasil. O livro nacional conta com 768 páginas, com atualizações e mais fotos do que na versão de 1968 e discografia. Para fãs e simpatizantes da música de Bob Dylan vale a pena conferir o livro que foi escrito entre a amizade de biógrafo e biografado, que além de acompanhar o início da carreira do cantor, fontes exclusivas, mostra muito sobre a voz de protesto dos anos 60 e os bons ventos de sua melodia.
Sugestão de vídeo:
Sugestão de filme:
No Direction Home: Bob Dylan
Sugestão de cd:
Mtv- Unplugged- Série ao vivo- Bob Dylan

O Day muito massa esse post do Dylan , sou fã desse cara, bjo ;D
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